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Necessidade de Leilões para Energia Reserva

Estudo aponta necessidade de leilões em 2017 para contratar energia de reserva

A aparente sobra estrutural de energia no sistema e o baixo risco de racionamento para os próximos anos não contemplam a queda de produtividade de grandes hidrelétricas ­ provocada por efeitos climáticos, como escassez de chuvas, e o acionamento de termelétricas para suportar o atendimento à rede. O problema, diagnosticado em estudo que será apresentado nesta sexta-feira (10/02) à Empresa de Pesquisa Energética (EPE), indica a necessidade de realização de leilões para a contratação de energia de reserva já neste ano. Hoje, o país não corre risco de racionamento, mas deve pagar um custo mais alto pela energia, se não contratar novos projetos de custo mais baixo.
De acordo com o estudo, feito pela consultoria Engenho e encomendado pela Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), o sistema brasileiro teve um déficit de 8,7 mil megawatts de energia prevista para ser produzida por usinas sujeitas a efeitos climáticos no ano passado. O volume equivale a cerca de 13% do consumo total de energia do país em 2016, ou quase a energia produzida por duas usinas de Belo Monte.
O déficit significa a diferença entre a "garantia física" ­ o "carimbo" das usinas indicando a quantidade de energia que cada uma delas deve gerar e pode comercializar ­ e o total de fato produzido por elas, com base em dados da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).
"É possível observar grande sobra de garantia física sem a contrapartida equivalente de geração real", informa o estudo, assinado por Leontina Pinto, diretora da consultoria, e Alexandre Lafranque. "A sobra de garantia física não é, na realidade, tão grande. As usinas 'movidas a recursos climáticos' não foram suficientes para atender à carga e há uma geração térmica expressiva", diz Leontina.
Segundo a consultora, o "gap" na produção real das usinas se deve principalmente à falta de chuvas no Nordeste. "O Nordeste está sem água há cinco, seis anos".
Essas hidrelétricas, sobretudo no Nordeste, teriam um papel importante hoje para regular, ou "modular" (no jargão do setor elétrico) a geração de energia de eólicas na região. As hidrelétricas podem ampliar ou diminuir a geração para substituir a produção de eólicas, que varia com a disponibilidade e intensidade de vento.
Devido à seca no Nordeste, a "modulação" tem sido feita por térmicas. Segundo Leontina, dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) mostram que térmicas com custo de operação de até R$ 1 mil por megawatt­hora (MWh) foram acionadas em dezembro. Como essas térmicas são acionadas e desligadas em momentos do dia, elas não estão sendo consideradas no preço de liquidação das diferenças (PLD) ­ o preço de energia no mercado à vista ­, nem nas bandeiras tarifárias, mas o custo é contabilizado no Encargo de Serviços do Sistema (ESS), cobrado na tarifa de energia.
De acordo com o estudo, baseado na produtividade das usinas em 2016, há um déficit de garantia física em relação à geração real de 9 mil MW médios para 2017, de 10 mil MW médios para 2018 e 10,6 mil MW médios para 2019. Segundo o documento, parte desse montante pode ser atendido por térmicas de custo operacional baixo e o restante deveria ser suprido por projetos a serem contratados em leilões de reserva.
Considerando nota técnica da EPE sobre o segundo leilão de energia de reserva (LER) de 2016, previsto para dezembro, mas cancelado, a consultoria considerou termelétricas com custo operacional de até R$ 193 por MWh. Com isso, o déficit de energia que deveria ser contratado em leilões de reserva é de 763 MW médios para este ano, 1,6 mil para 2018, 2,23 mil para 2019 e 2,4 mil para 2020.
Segundo o presidente da ABSOLAR, Rodrigo Sauaia, as empresas do segmento têm condições de entregar projetos no fim de 2019, caso seja feito um LER no primeiro semestre deste ano. Ele defende um segundo leilão, no segundo semestre, para contratar projetos para fornecimento no fim de 2020. O executivo ressaltou que havia pelo menos 13,3 mil MW de projetos de energia solar cadastrados para o LER do fim de 2016 e que estão aptos para os novos leilões.
"O investimento em energia de reserva é um sinal de maturidade e que vai ajudar o planejamento, não só do setor elétrico, mas da economia em geral", afirmou Sauaia. Segundo ele, o objetivo do estudo é auxiliar o governo na definição de estratégias de contratação de energia futura.
O presidente da EPE, Luiz Augusto Barroso, disse que todo trabalho que busque o aperfeiçoamento do setor é bem ­vindo. "O estudo ainda será analisado pela EPE e o Ministério de Minas e Energia, que tem a intenção de discutir com a sociedade a inserção de [fontes] renováveis, que é uma realidade, dentro de uma lógica que zele a coerência e os princípios que têm orientado a nova gestão do setor.

Fonte: ABSOLAR

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Trata-se de um sistema capaz de gerar energia elétrica através da radiação solar. Para estes existem dois tipos básicos de sistemas: Sistemas Isolados (Off-grid) e Sistemas Conectados à Rede (Grid-tie / On-grid). 
Os Sistemas Isolados são utilizados em locais remotos, onde a possibilidade de conexão à rede elétrica é complicada e de custo elevado. São utilizados em casas de campo, ilhas, fazendas etc. 
Já os Sistemas Conectados à rede, interliga-se a energia elétrica convencional disponível na rede elétrica. A funcionalidade dos dois tipos é a mesma a diferença se dá no armazenamento, onde Off-grid armazena-se a energia gerada em baterias e On-grid o armazenamento será a própria fornecedora da energia do local.

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Caso falte a energia da rede elétrica, meus equipamentos continuarão em funcionamento, pelo fato de estar produzindo minha própria energia?

Não, por uma questão de segurança pois, a interrupção pode ter se dado por execução de serviços de manutenção na rede e a continuidade de injeção de eletricidade na rede pode acarretar acidentes em colaboradores da distribuidora, com isso, sendo o sistema interligado a rede automaticamente se desligará.

Qual a manutenção necessária após a instalação do sistema?

Normalmente a manutenção se resume a uma lavagem periódica dos módulos para remoção do excesso de poeira, uma limpeza das placas com água quando necessário, a frequência irá depender da quantidade de sedimentos do local.

A minha conta de luz pode chegar a R$ 0,00 na minha residência com energia solar?

Não. Você sempre terá que pagar uma taxa mínima, é uma tarifa de disponibilidade, que é cobrada sempre que o imóvel estiver conectado à rede elétrica, mesmo que não haja consumo. Ela corresponde a 30kWh / mês para conexões monofásicas, 50kWh para bifásicas e 100kWh para trifásicas. 
Ao calcular a potência necessária para a sua micro usina fotovoltaica, caso você possua uma conexão trifásica e consuma, por exemplo, uma média de 400kWh / mês, será dimensionando para seu sistema produzir apenas 300kWh, sendo que os demais 100kWh continuarão a ser fornecidos pela rede elétrica, já será cobrado, de maneira que, este pode ser consumido que não interferirá no valor a ser pago.

E se a minha produção exceder o meu consumo?

Nessa hipótese você terá duas opções:

1.      Pode ficar acumulado como crédito na Distribuidora de Energia podendo consumir os mesmos em 60 meses (5 anos);

2.      Pode destinar o excedente para outra unidade consumidora que esteja sob o mesmo CPF ou CNPJ da unidade principal. Desse modo você pode produzir na sua empresa, e o que não for consumido nela, destinar para a sua casa, desde que a conta de luz da casa esteja no CNPJ da empresa. Ou o que for produzido na sua primeira casa, ser destinado para outra. Obs.: isso é válido apenas dentro da área de atuação da mesma concessionária de energia.

O que acontece caso eu gere menos energia do que o que consumi?

Nesse caso o seu consumo é complementado pela energia fornecida pela rede elétrica, e você pagará somente o consumo excedido, o consumo que você não gerou pela energia solar.

O que são micro e mini usinas fotovoltaicas?

A micro usinas são aquelas com potência de até 100kWp (potência pico), e as mini usinas, maiores que 100kWp até 1.000kWp.

O que significam as unidades kWp e kWh?

kWp: potência pico. Expressa a potência de um determinado equipamento em condições ideais.


kWh: expressa a potência gerada ou consumida durante uma hora. Ex.: se o meu gerador produzir 3kW de potência média durante uma hora, ele terá produzido 3kWh.

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